Archive for 1 de agosto de 2007

Tap Fotos – Fred Astaire

Fonte: internet.

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A Partir de Agosto, Tap Brasil na Rádio JD

Num oferecimento do Jornal da Dança, o Divulgando o Sapateado Por Aí amplia ainda mais suas fronteiras: estréia na próxima quinta-feira, dia 02 de agosto de 2007, o programa “Tap Brasil”. Uma das novidades que a Rádio JD estará oferecendo em sua grade de programação a partir deste mês, o “Tap Brasil” é uma realização de Edézio Paz com produção executiva de Rakel Lima e estará no ar todas as quintas, às 18h, AO VIVO, para internautas de todo o planeta através do site

www.jornaldadanca.com.br

Não perca !

Aniversariantes de Agosto

O Divulgando parabeniza os sapateadores de todo o Brasil que aniversariam no mês de agosto. A lista dos aniversariantes que um dia enviaram seus dados completos para integrar o Divulgando pode ser visitada lá no tradicional portal do Divulgando, clicando aqui. Caso seu aniversário não esteja na lista deste ou de outros meses, efetue seu (re)cadastramento completo na seção Cadastros do portal do Divulgando.

Um abraço e um excelente mês de agosto a todos.

Niterói, RJ – Amely Pacheco

Com direção de Amely Pacheco (foto), o espetáculo “Shirlley Anne e suas Bibas” será apresentado nos dias 23 e 24 de agosto de 2007 no Teatro Popular Oscar Niemeyer, em Niterói.

O espetáculo, que intercala trabalhos coreográficos de jazz, sapateado, hip hop, dança flamenca, dança do ventre, tango, salsa e forró, apresenta como personagem principal Shirlley Anne, interpretada por Amely Pacheco, uma das drag queens que pontuam o show: segundo Amely Pacheco, todas são interpretadas por mulheres para quebrar o tabu de que somente atores/bailarinos do sexo masculino atuam na interpretação da caricata personagem.

Com irreverência e humor, este espetáculo mixa dança e teatro, com o objetivo de proporcionar ao público um momento de alegria e descontração: com coreografias baseadas em músicas da década de 70/80, “Shirlley Anne e suas Bibas” é um espetáculo de variedades, que tem como coreógrafos Amely Pacheco, Simone Fernandes, Rodrigo Pires, Elon Nascimento, Rafael Silveira, Lorenna Eunápio e Ana Lúcia Mouta.

A mestra, sapateadora, coreógrafa e performer Cíntia Martin (foto) faz participação especial no espetáculo, que conta com produção de áudio de Luiz Alves, luz de Tadeu Freire e direção geral de Célia Holanda e Amely Pacheco.

Shirlley Anne e suas Bibas
Local: TPON (Teatro Popular Oscar Niemeyer)
Atrás do terminal rodoviário de Niterói
Dias: 23 e 24 de agosto de 2007
Hora: 19:30h
Informações: (21) 2721-0169.
Ingresso: R$ 10 (já à venda na Amely Pacheco Sala de Dança: Rua Cel. Moreira César, 26, sala 602, Icaraí, Niterói).

Rio, RJ – Off-Tap – Gyrotonic

Do caderno Zona Sul, na última quinta, 26.07.2007:

Harmonia em giros

Depois de conquistar artistas, método de condicionamento físico que mistura princípios de ioga, tai chi chuan, balé e natação se populariza na Zona Sul

(Isabel Kopschitz)

Arte de se exercitar e ir além. É o que preconiza o gyrotonic, método de condicionamento físico que está conquistando os cariocas e que se baseia nos princípios básicos de ioga, tai chi chuan, balé e natação. Os exercícios — rítmicos, circulares e integrados à respiração — são praticados em aparelhos especialmente desenvolvidos para esse fim.

Criado no fim dos anos 70 pelo romeno Juliu Horwath, o gyrotonic começou a fazer a cabeça dos moradores da Zona Sul mais recentemente, apesar de ter sido trazido ao país em 1999 pela bailarina Rita Renha. A popularização do método se deve, em grande parte, à adesão da classe artística, que o adotou como complemento ou mesmo alternativa aos exercícios convencionais.

— O trabalho faz uma conexão com o corpo que você tem, e não com um dionisíaco, que você gostaria de ter. Para mim, é uma terapia — diz o ator Diogo Vilela.

Segundo o ator, que pratica o método desde 2004, as aulas o ajudaram a melhorar a sua performance no espetáculo “Cauby! Cauby!”, que ficou em cartaz de julho de 2006 a maio passado e foi assistido por mais de 65 mil pessoas.

— No palco, a gente precisa de um pêndulo interno. O equilíbrio do corpo é fundamental para a transmissão da palavra. Considero o gyrotonic uma necessidade, porque amplia as possibilidades corporais — diz Vilela, logo após a sua aula semanal, no Gyrotonic Instituto Brasil.

De acordo com a bailarina Rita Renha — que faz parte do seleto grupo de dez mestres, em todo o mundo, autorizados a conceder certificação aos novos professores do método –, a filosofia do trabalho é conseguir o máximo de performance com o mínimo de esforço. O resultado, diz, é uma redescoberta dos movimentos mais fisiológicos do corpo, que as pessoas acabam desaprendendo no dia-a-dia.

— O “músculo” que o método mais enrijece é o da inteligência. Aprendemos a não gastar energia à toa e a direcioná-la ao que nos interessa naquele momento — explica Rita, precursora da técnica no Brasil e fundadora do Gyrotonic Instituto Brasil, em Ipanema, onde dá aulas e forma profissionais da área.

Outra artista que se encantou pelo gyro é a bailarina Renata Versiani, da Companhia de Dança Deborah Colker. Ela atribui à prática do método o fato de não ter sofrido qualquer lesão durante as últimas temporadas dos espetáculos “Nó” e “Dínamo”, de março a maio passados.

A bailarina Renata Versiani acredita que reeducou seu corpo, após começar as aulas de gyrotonic, em fevereiro. Entre os componentes da companhia, ela foi a única que não se machucou nas últimas temporadas. Desde então, garante ela, seu desempenho no palco se superou.

— Sinto que meu corpo está mais preparado para todos os movimentos, tem maior prontidão para responder a eles. Ampliei minha mobilidade articular e a força. É um processo fisioterapêutico — afirma ela, que foi a grande incentivadora dos colegas que agora também praticam o método. — Trabalhamos com muito impacto, então é normal que menocorram lesões.

Este mês a sede da Companhia de Dança Deborah Colker, na Glória, passou a oferecer aulas ao público, todos os dias da semana.

Mas não são apenas os artistas que estão conhecendo e aprovando o gyrotonic. A advogada Tania Liege Guimarães pratica os exercícios há oito meses. Ela descobriu o método quando o médico de seu marido indicou a ele, com o objetivo de melhorar a postura e, conseqüentemente, as dores na coluna.

— Esse método é o que reúne tudo o que gosto em atividades, como ioga e pilates. Mas ele é melhor, porque mantém a mente ligada e o corpo em harmonia. Além disso, não sinto qualquer desconforto — atesta Tania, que vai às aulas duas vezes por semana. Ex-praticante de ioga, pilates e musculação, Tania explica que o gyrotonic é uma atividade muito mais prazerosa.

— Acho a musculação muito robótica. A ioga tem algumas posições desconfortáveis, e é focada na menocorram te. O pilates é muito cartesiano, você pode praticá-lo com a cabeça em outra coisa. O gyrotonic, ao contrário, só pode ser praticado se corpo e cabeça estiverem conectados — explica.

A sensação de estar dançando foi o que encantou precursora do método no Brasil, a bailarina Rita Renha. Quando estava em Nova York, em 1991, dançando um musical, ela rompeu um ligamento do joelho teve que interromper temporada. Um amigo coreógrafo a aconselhou praticar o gyrotonic.

— Pensei que ia ser chato fazer exercícios num aparelho. Mas cheguei chorar, porque parecia que eu estava dançando. Vi que não era um aparelho convencional, que permitia que eu sentisse o prazer do movimento e até da relação com o partner — conta.

Onde praticar:

DESPERTAR STUDIO:
Avenida Nossa Senhora de Copacabana 749, sala 508.
Informações: (21) 2547-7394 / michelle@centroin.com.br

URSULA BERCHTOLD:
Praia de Botafogo 528, sala 1.201-A.
Informações: (21) 3684-7762 e 9322-0875.

CENTRO DE MOVIMENTO DEBORAH COLKER:
Rua Benjamin Constant 30, Glória.
Informações: (21) 2221-1309 e 2221-2034.

GYROTONIC INSTITUTO BRASIL:
Rua Visconde de Pirajá 595, Ipanema.
Informações: (21) 2511-3388.

São Paulo, SP – Off-Tap – Grupo Corpo no Teatro Alfa

O Grupo Corpo estréia em São Paulo, no Teatro Alfa, o espetáculo “Breu”, seu novo trabalho, com coreografia de Rodrigo Pederneiras e música de Lenine. Com 32 anos de estrada, o Grupo Corpo apresenta a trigésima-terceira obra de sua carreira, a trigésima coreografada por Rodrigo Pederneiras. Completa o programa “Sete ou oito peças para um balé”, de 1994, coreografada por Rodrigo, com música de Philip Glass e do Grupo Uakti.

O espetáculo será apresentado em dez apresentações no Teatro Alfa de 01 a 05.08.2007 e de 08 e 12.08.2007. Após as apresentações em SP, o grupo apresenta o mesmo programa no Theatro Municipal do Rio de Janeiro, entre 16 e 19.08.2007, no Teatro Nacional de Brasília, de 30 de agosto a 2 de setembro, e no Palácio das Artes de Belo Horizonte, de 06 a 10 de setembro. Após MG, a Companhia leva “Breu” e “Ongotô” para 10 apresentações de 29 de setembro a 16 de outubro na Europa: uma em Palma de Mallorca, na Espanha e as demais na França, cinco no Théâtre de Champs-Elysées em Paris, as demais em Tarbe, Toulouse e La Rochelle.

Grupo Corpo – Teatro Alfa
R. Bento Branco de Andrade Filho, 722, Santo Amaro – (11) 5693-4000
Quarta, quinta, sexta e sábado, às 21h, domingo às 18h.
Lotação: 1134 lugares.
Setor 1: R$ 80 / Setor 2: R$ 80 / Setor 3: R$ 60 / Setor 4: R$ 30

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