Archive for 9 de junho de 2008

São Paulo, SP – Só Para Maiores

A professora Joyce Camassutti (SP) está colocando em prática um projeto sob direção de André Mattos e Patrícia Pressutti, da Oficina Corpo e Arte, com o objetivo de selecionar bailarinas que têm problemas de obesidade, que já dançam, ou que sempre tiveram vontade de dançar, entre 16 e 40 anos, para a formação da Companhia “Só Pra Maiores”.

O projeto (que acontece na R. Juventus, 797, 1o. andar, Mooca, São Paulo) oferecerá, além de ballet, aulas de jazz, sapateado americano, dança de rua, dança de salão e, se for do interesse da bailarina, acompanhamento com psicólogo, nutricionista e personal, buscando sempre valorizar a saúde e o bem-estar.

Informações e inscrições: (11) 3628-0108
joycecamassutti@hotmail.com / http://www.oficinacorpoearte.com

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Brasília, DF – I Jubrasil

Mais uma chamada para o evento que acontece de 20 a 23 de junho de 2008, na Tribo das Artes (Brasília, DF), o “XII Workshop de Sapateado do DF”, produzido pela coreógrafa e sapateadora Juliana Castro. Professores convidados: Lane Alexander e Heber Stalin.

EUA – Cursos de Gene Medler na Carolina do Norte

Na Carolina do Norte, EUA, acontece de 13 a 15 de junho de 2008 um festival de sapateado dirigido por Gene Medler, que já esteve no Brasil no saudoso Tap Encontro Brasil. Aulas com Brenda Bufalino, Michelle Dorrance, Derick Grant, Josh Hilberman e Dianne Walker:

The Ballet School of Chapel Hill
1603 E. Franklin St., Chapel Hill
Contact person: Gene Medler 919/967-9624
ncyte@mindspring.com
http://www.ncyte.org/

No sábado, dia 14, show com os professores e com Yvette Glover:

The ArtsCenter
300G East Main Street
Carrboro, NC 27510
Call 919/929-2787 for tickets
Saturday June 14, 2008 – 7:30pm

Post 2400

Hoje o Divulgando completa 2.400 posts publicados desde a inauguração deste blog, em junho de 2006. E justamente este mês, junho de 2008, a versão blog do informativo completa 2 anos, em meio a estes mais de 10 anos de divulgação. São marcos que, como sempre, agradeço a todos e dos quais muito me orgulho: o motivo deste trabalho continuar existindo por tanto tempo é a visitação, a colaboração e o carinho de todos vocês.

Rio, RJ – Off-Tap – Sucesso de A Noviça Rebelde

Da Folha Online em 08.06.2008:

Adaptação de “Noviça Rebelde” é fenômeno no Rio

(Paulo Sampaio, da Folha de S. Paulo, no Rio)

Fenômeno de público e bem recebida pela crítica, a recém-estreada montagem carioca do musical “A Noviça Rebelde” já é motivo de orgulho nacional.

Produzida em dez semanas, tornou-se o exemplo mais contundente de que o showbiz brasileiro é capaz de apresentar algo que não seja uma cópia estrita — e, por vezes, forçada do original da Broadway.

Até agora, a maior parte das grandes produções importadas, como “O Fantasma da Ópera” e “Miss Saigon”, foi adquirida em sistema de franquia: a encenação obedece ao padrão estrangeiro e observa um certo “controle de qualidade”.

“Nunca tive a intenção de me tornar um montador de musicais prontos. Comprei os direitos da “Noviça” como os de uma peça de teatro, para ter a liberdade de fazer o que quisesse”, afirma o produtor, tradutor e diretor Claudio Botelho.

A versão original do musical, que tem temas de Richard Rodgers e Oscar Hammerstein II, estreou em 1959 na Broadway e ganhou oito prêmios Tony, mas não há nenhuma cópia literais em cartaz hoje, em Nova York.

Também há encenações pelo mundo que, ao contrário das franquias montadas em SP, não têm compromisso de fidedignidade com a “matriz”.

Surpresa

Para o gerente operacional do teatro Alfa, Fernando Guimarães, que trouxe a São Paulo espetáculos como “My Fair Lady”, “não dá para traçar um paralelo entre “Noviça” e os musicais franqueados, porque são propostas diferentes”.

Mas ele diz estar “bastante surpreso” com a montagem carioca. “Fiquei feliz, satisfeito de ver que eles conseguiram fazer um trabalho minucioso, com uma qualidade incrível.”

Por definição, espetáculos musicais trabalham com dados impressionantes: atores que cantam (bem), elenco numeroso, cenário grandioso, iluminação feérica e orçamento extraordinário. Nisso, a “Noviça” segue a regra. Custou R$ 9,8 milhões, tem 44 atores, 14 músicos, 11 cenários, 300 refletores. Em cartaz desde o dia 22 de maio, foi visto em duas semanas por 20 mil pessoas.

O sucesso do espetáculo se deve em grande parte à experiência da dupla de autores/diretores formada por Botelho — ele próprio tradutor de quase todas as versões enlatadas de São Paulo — e Charles Möeller.

Os dois são responsáveis por vários espetáculos nacionais, como “Ópera do Malandro em Concerto” e “Sassaricando”.

Para Botelho, um diretor importado muitas vezes não sabe o que pode funcionar no Brasil.

“Se o cara não é flexível, fica difícil convencê-lo de que determinadas marcações não vão dar certo aqui. “Chicago”, por exemplo, teve uma porção de problemas por causa disso”.

A escolha dos atores, afirma ele, é outro diferencial. As montagens importadas “em geral trocam apenas o cenário e a peruca, mas o elenco permanece quase todo o mesmo”.

A atriz Kiara Sasso, 29, é um consenso. Intérprete da Noviça, a lourinha com voz de mezo-soprano-leve vem de cinco experiências anteriores no gênero -duas nacionais e três importadas, como “O Fantasma” e “Miss Saigon”.

Satisfeita com a repercussão da montagem, ela também acha que “existe uma enorme diferença entre o espetáculo criado aqui e o que vem pronto”. “A começar com o envolvimento em todas as fases da produção, que é bem maior quando você não está apenas fazendo o que o diretor manda, mas criando junto”, diz.

Palavra de quem se tornou uma espécie de estrela oficial dos musicais no Brasil.

NOVIÇA REBELDE
Oi Casa Grande (R. Afrânio Melo Franco, 290, Leblon, (21) 2511-0800)
Quando: qua., qui., sex., às 20h30; sáb., às 16h e às 20h; dom., às 16h
Quanto: de R$ 60 a R$ 180 (camarote)

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