Archive for the ‘Os Produtores’ Category

São Paulo, SP – Felipe Galganni, coreógrafo de Os Produtores

Felipe Galganni

Felipe Galganni

Na matéria da Isto É sobre a montagem 2018 de “Os Produtores”:

(…) Um requinte da atual versão é o trabalho corporal criado por Fernanda Chamma e a coreografia de sapateado a cargo de Felipe Galganni, especialista que vive há oito anos nos EUA. “Criamos passos mais dançantes e menos percussivos, o que dá mais leveza à dança”, observa Fernanda. “Um sapateado clássico, com linguagem Broadway”, completa Galganni. Para isso, a dupla cuida de detalhes como microfonar os sapatos.

E, para alcançar a sonoridade esperada, eles contam com a colaboração do diretor musical Carlos Bauzys. “O diálogo entre orquestra e sapateado é essencial: é preciso um entendimento das frases musicais entre ambos”, comenta. “No número Primavera para Hitler, por exemplo, há uma mistura de suingue com a música religiosa do Harlem toda costurada com palavras.”

Leia a matéria completa clicando aqui.

Leia mais sobre Felipe Galganni em matéria de fevereiro de 2017 clicando aqui.

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Rio, RJ – Os Produtores

Do Globo Online:

Um dos maiores musicais da Broadway, o espetáculo Os produtores estréia no Rio de Janeiros. A história se passa em 1959, em Nova Iorque, quando um produtor descobre com seu tímido contador que é possível ganhar mais dinheiro com o fracasso do que com o sucesso. A dupla então decide encontrar a pior obra já escrita, o mais fraco diretor de teatro e produzir uma peça fracassada. Eles conhecem uma bela dançarina, que colabora no plano.

Texto: Mel Brooks e Thomas Meehan
Adaptação e direção: Miguel Falabella
Elenco: Juliana Paes, Miguel Falabella e Vladimir Brichta
Direção coreográfica: Chet Walker
Direção Musical: Geraldo Gardelin

Local: Vivo Rio
Rua Infante Dom Henrique, 85 – Flamengo – 2272-2902
Preço(s): R$ 30,00 a R$ 150,00.
Data(s): 3 de abril a 1º de junho de 2008.
Horário(s): Sexta e sábado, 21h30; domingo, 19h.

Rio, RJ – Os Produtores

Do site do jornal O Dia em 01.04.2008:

Juliana Paes e Miguel Falabella estréiam ‘Os Produtores’ nesta quinta-feira, no Vivo Rio

Depois de ser vista por mais de 75 mil pessoas em São Paulo, peça chega ao Rio para temporada até 1º de junho

(Raphael Azevedo)

Após uma bem sucedida temporada em São Paulo e mais de 75 mil pessoas, o musical “Os Produtores” aporta no Rio nesta quinta-feira, no Vivo Rio, para ficar até 1º de junho.

Juliana Paes, Miguel Falabella e Vladimir Brichta estrelam a superprodução que envolve mais de 10 diferentes cenários, 350 figurinos, 60 perucas, uma orquestra de 11 músicos, equipe técnica de 80 pessoas, além de um elenco de 25 atores.

Nesta segunda-feira, Juliana, Falabella e Brichta, participaram de mais uma rodada de ensaios e em seguida deram uma coletiva onde falaram da ansiedade com a estréia na cidade e do desafio de remontarem um clássico da Broadway.

São Paulo, SP – Off-Tap – Os Produtores

Texto de Márcia Abos para o Globo Online publicado em 15.09.2007:

Juliana Paes estréia no teatro com o pé direito em ‘Os produtores’

SÃO PAULO – Em sua estréia no teatro, Juliana Paes mostra que sabe cantar, não faz feio na hora de dançar e deve atrair um público que, via de regra, não costuma assistir a musicais. Desta vez, em “Os produtores”, que estréia neste sábado em São Paulo, no Tom Brasil, há muitos bons motivos para se esperar a primeira cena da beldade, em que ela canta, com uma voz sexy, o refrão “se eu tenho, eu mostro” e prova aos personagens interpretados por Miguel Falabella e Vladimir Brichta que é digna de ser contratada.

A atriz prova também ao público ser merecedora da alcunha “avião” que o texto lhe dá. Mas seria injusto dizer que é só beleza o que Juliana esbanja em “Os produtores”. Ela não só enfeita a montagem, como também mostra ter presença e talento à altura de Vladimir Brichta, seu par romântico, com quem divide a maior parte das cenas.

Juliana Paes fez o teste para o papel, originalmente de Daniele Winits, que deixou o elenco por estar grávida. Concorreu com atrizes como Manuela Araújo e Luciana Vendramini e foi escolhida pelo coreógrafo da Broadway Chet Walker, pelo diretor argentino Ricky Pashkus e pelo diretor musical e preparador vocal Gerardo Gadelin, também argentino.

Walker, que já coreografou quatro musicais de Bob Fosse, além de outros sucessos como “A gaiola das loucas” e “Chorus line”, elogiou o elenco brasileiro.

– Eles fizeram um trabalho maravilhoso. Miguel e Vladimir são estrelas. Não há nada que eles não possam fazer. Juliana é maravilhosa e espere só até vê-la cantar. Os brasileiros se assustam quando ouvem falar em sapateado americano, mas aprendem facilmente – disse o coreógrafo.

Antes de fazer o teste para a peça, Juliana tinha planos de ir para os Estados Unidos. Tinha até algumas reuniões agendadas e uma proposta para participar de um seriado.

– Mas entre fazer esta viagem, em que coisas legais poderiam acontecer e realizar um sonho de infância, preferi a segunda opção – contou a atriz, antes de começar o ensaio.

Antes de começar o penúltimo ensaio, na quinta-feira, os 24 integrantes do elenco se juntaram no palco para fazer o aquecimento vocal, comandado pelo maestro e diretor musical residente, Felipe Senna. Juliana já estava maquiada e com a peruca loura de sua personagem, a sueca Ulla. Não havia colocado ainda o figurino. Abanava-se com as mãos, enquanto fazia os barulinhos necessários para aquecer as cordas vocais. O grupo cantou parabéns para um dos atores e pediram Juliana para que ela imitasse Marilyn Monroe.

Ao lado da mesa do cafezinho, uma placa lembrava ao elenco e aos técnicos a data, 13 de setembro de 2007. Era a contagem regressiva para a estréia neste sábado: “Faltam dois dias!”. Logo abaixo, a resposta: “Nós sabemos muito bem!”. O clima entre a equipe, de 90 pessoas, era de correria. Foram dois meses e meio de ensaios para colocar o espetáculo, que custou R$ 7 milhões, de pé.
Musical fala de um fracasso que virou sucesso

Além das estrelas Juliana Paes e Wladimir Brichta, o musical ‘Os Produtores’ tem no elenco outro astro, o ator Miguel Falabella. Ele é o protagonista e também assina a direção, adaptação e tradução do espetáculo. Falabella interpreta Max Bialystock, um decadente produtor da Broadway que explora velhotas depravadas para conseguir financiar suas peças. Ele conhece o contador frustrado Leo Bloom, personagem de Brichta, que sem querer lhe dá uma idéia brilhante: arrecadar o máximo para criar um musical que seja um grande fracasso. O fiasco sairia de cartaz logo após a estréia e, assim, os dois embolsariam o dinheiro dos investidores sem precisar prestar contas.

Sem ter muito a perder, a dupla coloca o plano mirabolante em prática. Procuram a pior peça já escrita, “Primavera para Hitler”, e contratam o pior diretor para encená-la. No meio da preparação, bate à porta dos produtores a estonteante Ulla, personagem de Juliana Paes. Seus atributos físicos lhe garantem o cargo de secretária, o papel de protagonista e a admiração dos patrões. O que nenhum dos três esperava é que a peça, que tinha tudo para dar errado, acaba sendo um estrondoso sucesso.

A comédia musical conta com a participação de uma orquestra de 11 músicos. Para contar a história dos produtores vigaristas, são usados 11 cenários e mais de 300 figurinos. A produção foi feita em parceria com a Argentina, que realizou uma montagem bem-sucedida do espetáculo, que ficou em cartaz em Buenos Aires por um ano e meio.

– O que diferencia “Os produtores” dos demais musicais é o humor – conta Ariel Soliar, diretor artístico do espetáculo no Brasil e em Buenos Aires.

“Os produtores” fica em cartaz em São Paulo até março de 2008. Depois, a partir de junho, faz temporada de dois ou três meses no Rio de Janeiro. O local ainda não foi definido.

“Os produtores”
Estréia dia 15 de setembro – sábado – 22h.
De sexta a domingo. Sextas às 21h30,
sábados, às 17h e às 22h, domingos, às 18h.
Local: Tom Brasil – Nações Unidas.
Rua Bragança Paulista, 1281. Informações: 11 2163-2100.
Ingressos: de R$ 70 a R$ 200.

São Paulo, SP – Os Produtores

O musical “Os Produtores” estréia em São Paulo neste fim de semana e também tem sapateado: Thaís Garcia (foto), que dirige em Campinas o grupo Sonidos, participa do espetáculo. O musical tem direção de Miguel Falabella e tem como protagonistas Miguel Falabella, Vladmir Brichta e Juliana Paes. A estréia é no dia 15 de setembro e vai ficar em cartaz no Tom Brasil (Nações Unidas), São Paulo, até março de 2008, sempre de sexta a domingo. O site para mais informações é:

www.miguelfalabella.com.br/osprodutores

Na Mídia – Musicais no Brasil

A exemplo da versão Online, que publicou texto semelhante em 09.07.2007 (veja no post do Divulgando de 10.07.2007), a versão impressa do jornal O Globo trouxe na última quinta, 12.07.2007, uma reportagem de Alessandra Duarte e Suzana Velasco sobre os musicais em São Paulo:

São Paulo, filial da Broadway no Brasil

É para lá que vão as adaptações dos grandes musicais, enquanto, no Rio, os palcos são dos textos nacionais

Teste de elenco para musical em São Paulo: canções de “O fantasma da ópera” ou de “Chicago” na ponta da língua dos atores. Teste de elenco para musical no Rio: repertório de Chico Buarque ou de outra estrela da MPB. A diferença entre o teatro cantado de cariocas e paulistas não fica só nas audições dos espetáculos — enquanto os palcos do Rio são conhecidos por mostrar a música brasileira, como em “Sassaricando”, ou personalidades nacionais, como em “Cauby! Cauby!”, São Paulo está se tornando a filial da Broadway e do West End londrino no Brasil. Além de ter “My fair lady” em cartaz, hoje estréia “Miss Saigon”, nona adaptação de um grande musical na capital paulista, que até o fim do mês verá também “Peter Pan”. Em setembro, chega “Os produtores” e, em 2008, “West Side story”.

Tudo começou com a vinda para o país, no fim dos anos 90, da empresa CIE, responsável por trazer os musicais à la Nova York e Londres para cá. O estabelecimento da unidade brasileira da CIE em São Paulo se uniu ao fato de aquela cidade ter recursos para os altos custos dos musicais de grande porte. Em 2001, a empresa inaugurou uma sala só para esse tipo de espetáculo, o Teatro Abril.

— Por isso a predominância da Broadway lá — diz o diretor e tradutor Claudio Botelho, que estréia no João Caetano, em agosto, o texto inédito “Sete”, com 15 atores. — O Rio, até pela falta de recursos para montagens tão caras, e por não poder cobrar ingressos com preços altos como os que o público paulista paga, teve que ser criativo e fazer musicais inéditos.

Consumindo US$ 12 milhões, o que a faz a peça mais cara para o padrão CIE, “Miss Saigon”, que não deve vir ao Rio, é o nono musical produzido pela empresa e a quinta transposição fiel de espetáculos estrangeiros originais (há casos de adaptações mais livres). Uma das atrizes de “Miss Saigon”, Kiara Sasso fez sucesso vivendo as protagonistas de “A bela e a fera” e “O fantasma da ópera”, além de já ter atuado no Rio com Claudio Botelho e Charles Möeller. Ela compara a interpretação pedida pelos dois mercados:

— Nas adaptações fiéis, o método criativo do ator vai até certo ponto.

— Nas audições das transposições da Broadway, os atores já chegam com a voz preparada para determinadas músicas da peça — completa Claudio Botelho. — Nos testes no Rio, as pessoas cantam é Chico Buarque.

O primeiro musical do baiano Daniel Boaventura foi “Company”, no Rio, em 2001. Mas, quando ele viu que o gênero Broadway ia se fixar em São Paulo, mudou-se para lá, num sinal do mercado de profissionais para musicais que está se criando na cidade. Desde então, Boaventura participou de “A bela e a fera”, “Vitor ou Vitória”, “Chicago” e, agora, “My fair lady”:

— Acho que São Paulo tem uma vantagem sobre o Rio, porque cerca de 20% do público dos musicais são do interior de São Paulo, que é muito rico e ajuda a sustentar o teatro.

A atriz e diretora Stella Miranda dá um exemplo da maior originalidade presente nos musicais cariocas: ela está escrevendo e vai dirigir, em 2008, um musical sobre o músico Tom Waits, no qual viverá o próprio.

— O Rio é a off-Broadway — define Stella, que vive Carlota Joaquina em “Império”, outro texto original. — É bom ter de tudo, mas esses milhões de dólares que São Paulo aplica nos grandes musicais poderiam ser aplicados também em espetáculos com cara de brasileiro.

Dos musicais apresentados em São Paulo pela CIE, só “Sweet Charity” chegou aos palcos cariocas, este ano no Vivo Rio. Fazendo coro com a classe artística, a cantora e atriz Soraya Ravenle diz que o problema no Rio é a falta de teatros equipados para grandes produções.

— Queria ganhar na loteria e reformar o João Caetano. Ele tem tamanho para superproduções, mas está caindo aos pedaços — diz ela, que fez lá o carioquíssimo “Sassaricando”.

Ao João Caetano se junta o Carlos Gomes, outro apontado como ideal para musicais, e agora o Vivo Rio. A estrutura para musicais deve melhorar também com o Casa Grande, com inauguração prevista para janeiro de 2008 com “A noviça rebelde”. Apesar de reformado, o Sesc-Ginástico não tem fosso de orquestra, vital para superproduções.

O fato de “Sassaricando” ter cobrado ingressos a R$ 50 no João Caetano — e lotar — pode abrir um precedente para a prefeitura e o estado, que controlam as salas da Praça Tiradentes, liberarem ingressos mais caros. Ingressos baratos são outro empecilho para a vinda dos musicais.

São Paulo, SP – Off-Tap – Musicais no Brasil

Reportagem de Márcia Abos publicada no Globo Online em 09.07.2007:

São Paulo, Nova York e Londres têm algo em comum: musicais

Musicais de pequeno, médio e grande porte tiveram presença garantida na programação cultural de São Paulo nos últimos cinco anos. Até companhias teatrais de vanguarda, como o Teatro Oficina e o Galpão do Folias, exploram o gênero, que reúne canto, dança, música e teatro e tem atraído cada vez mais público aos teatros paulistanos.

Contabilizando apenas as grandes produções, chega-se a um público de mais de 2 milhões de pessoas em seis anos. Nesta quinta-feira, mais uma superprodução nos moldes de “Les miserables” e “O fantasma da ópera” chega aos palcos da cidade: “Miss Saigon”, adaptação da ópera Madame Butterfly.

A montagem é uma espécie de franquia, ou seja, replica exatamente o que é encenado em outros países, importando tecnologia e até diretores e equipe técnica e reproduzindo cenário, figurinos e efeitos especiais. As diferenças são o idioma e o elenco, que são locais.

Além de “Miss Saigon”, chega no dia 27 deste mês aos palcos da cidade outro mega espetáculo “Peter Pan – Todos podemos voar” (foto acima – divulgação), estrelado pelo ator Leonardo Miggiorin. Em 13 de setembro é a vez de “Os produtores”, com Miguel Falabella, Juliana Paes e Vladimir Brichta. Em 2008, entra em cartaz “West side story”.

– Sempre há em São Paulo um grande musical internacional em cartaz e várias produções nacionais, novos shows pequenos ou médios. O público está gostando, comprando ingressos. E o mais interessante é a variedade no preço dos ingressos, que vai de R$ 10 a R$ 200. Nos Estados Unidos, mesmo as peças off-Broadway são muito caras – diz Fred Hanson, diretor norte-americano, que está no Brasil dirigindo a produção paulistana de Miss Saigon.

O sucesso que o gênero faz na capital paulista se deve, entre outras coisas, à riqueza local, segundo Hanson.

– São Paulo é uma das cidades mais ricas do mundo – completa.

Jorge Takla, que dirige outro grande musical em cartaz na cidade, “My fair lady”, e está testando elenco para sua nova produção, “West side story”, diz que São Paulo é hoje como Nova York e Londres. Mas para chegar a este ponto, foram necessários anos de trabalho.

Desde os anos 60, com Bibi Ferreira, com montagens de “My fair lady”, está sendo criado espaço para musicais. Vieram depois montagens de musicais de Chico Buarque: “Gota d’Água”, “Calabar”, “Ópera do malandro”. A era Collor deu uma freada no processo e a criação de leis de incetivo fiscais iniciou sua retomada.

– Hoje vemos que há o desejo do público e que os artistas são muito mais preparados do que eram a dez anos. A indústria do entretenimento se desenvolveu muito – diz Takla.

Para o diretor, a explicação para o fenômeno é que São Paulo é uma grande metrópole, com 20 milhões de habitantes. E turistas de outras cidades e estados ocupam de 25% a 30% dos lugares nos finais de semana nas salas de espetáculo, assim como acontece no exterior.

– A dramaturgia da TV compete com o teatro. As pessoas querem muito mais do que só teatro falado. Querem música, dança, canto. Os musicais pegam o público pela emoção. As pessoas saem falando que pagariam o dobro, que o que viram é igual a Broadway e minhas encenações são totalmente brasileiras – explica Takla.

Miss Saigon
Estréia: 12 de julho de 2007, no Teatro Abril
Quartas, quintas e sextas às 21h, sábados às 17h e 21h e domingos às 16h e às 20h.
Endereço: Av. Brigadeiro Luís Antônio, 411, Bela Vista, São Paulo.
Ingressos: de R$ 200 a R$ 65. Informações: (11) 6846-6060

Peter Pan – Todos Podemos Voar
Estréia: 27 de julho de 2007, no Credicard Hall SP
Quintas e sextas, às 20h, sábados e domingos, às 11h, às 14h e às 17h.
Endereço: Av. das Nações Unidas 17.955, Vila Almeida, São Paulo.
Ingressos: de R$ 140 a R$ 50. Informações: (11) 6846-6000

My fair lady
Em cartaz até 29 de julho de 2007 no Teatro Alfa
Quinta e sexta, às 21h. Sábado, 17h e 21h. Domingo, 16h e 20h.
Endereço: Rua Bento Branco de Andrade Filho, 722 – Sto. Amaro.
Ingressos: de R$ 185 a R$ 40. Informações: (11) 5693-4000 / 0300 789-3377

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