Archive for the ‘West Side Story’ Category

São Paulo, SP – Off-Tap – West Side Story

Texto da Folha Online, de autoria de Gabriela Quintela, em 09.03.2008, após a estréia do musical “West Side Story” em São Paulo:

Mais um musical sobre o “American way of life” está em cartaz em São Paulo. Assim como “Miss Saigon”, “West Side Story” faz uma crítica aos Estados Unidos a partir de um romance entre um norte-americano e uma estrangeira.

A peça, que estreou neste sábado no Teatro Alfa, é dirigida pelo libanês Jorge Takla –responsável por outras montagens do gênero, como “My Fair Lady” — e se mantém fiel ao espetáculo da Broadway. Há poucas adaptações no texto de Arthur Laurents, e os atores seguem a partitura original das canções. (…)

Leia o texto completo clicando aqui.

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São Paulo, SP – Off-Tap – Estréia Hoje

Mais uma matéria, da Folha de São Paulo, falando da estréia do musical “West Side Story”, com direito a podcast (clique aqui para ouvir):

Inédito no Brasil, West Side Story é mais uma montagem da Takla Produções, que também esteve à frente de My Fair Lady, sucesso consagrado de crítica e de público. Francarlos Reis (Doc), Adalberto Halvez (Bernardo) e Luciano Andrey (Riff) também fazem parte do elenco formado por 42 atores em cena e 24 músicos na orquestra. O espetáculo fará curtíssima temporada, com 100 apresentações, permanecendo em cartaz no Teatro Alfa até julho de 2008.

Com música de Leonard Bernstein, letras de Stephen Sondheim, texto de Arthur Laurents e baseado na premiada coreografia de Jerome Robbins, essa primeira montagem teatral brasileira de West Side Story terá direção geral, iluminação e 12 cenários de Jorge Takla, além de aproximadamente 300 figurinos elaborados por Fábio Namatame. A versão brasileira será assinada por Cláudio Botelho e a direção musical ficará a cargo do maestro Luis Gustavo Petri. A responsável pela adaptação da coreografia original será a diretora associada Tânia Nardini.

Graças a seu aspecto revolucionário, trazendo para os musicais uma linguagem mais moderna, jovem e ágil de tudo que tinha sido feito anteriormente na Broadway, West Side Story tornou-se um dos espetáculos mais premiados de todos os tempos, tanto em sua produção original, como em sua versão para o cinema. A coreografia de Jerome Robbins é considerada, até os dias de hoje, a melhor já concebida para um musical. Também devido à excelência de sua música, com canções como “Maria”, “Tonight”, “América” e “I Feel Pretty”, o espetáculo foi traduzido para mais de 15 idiomas.

Ambientada em Manhattan nos anos 60, West Side Story conta a história de amor de Tony e Maria. Trata-se de uma adaptação moderna de Romeu e Julieta, de Shakespeare, que nasce em meio à rivalidade de duas gangues de rua, retratando os conflitos de uma juventude que crescia embalada ao som do mambo, do rock e inspirada na rebeldia de James Dean.

WEST SIDE STORY
Estréia para o público: 08.03.2008
Sessões: De quinta a domingo
Horários: Quinta e sexta 21h / Sábado 17h e 21h / Domingo 18h
Preços: de R$ 40,00 a R$ 150,00
Lugares: 1110 + 8 lugares para deficientes
Estacionamento: R$ 9,00 (sem manobrista) e R$ 18,00 (Vallet)
Possui ar condicionado e acesso para deficientes
Teatro Alfa: Rua Bento Branco de Andrade Filho, 722, Sto. Amaro, SP
Informações: (11) 5693-4000 e 0300 789-3377
Site: http://www.teatroalfa.com.br

São Paulo, SP – Off-Tap – Estréia Amanhã

Reportagem de Marcia Abos para o Globo Online sobre a montagem paulista de “West Side Story”:

Público brasileiro vai descobrir por que o musical ‘West Side story’ revolucionou o teatro

SÃO PAULO – Já se passaram 51 anos desde que o musical “West Side story” fez sua retumbante estréia na Broadway e revolucionou o gênero. Demorou, mas chegou a vez do público brasileiro descobrir a razão de tamanho sucesso. Estréia neste sábado, dia 8 de março, no Teatro Alfa, em São Paulo, a primeira montagem feita no Brasil do inovador espetáculo norte-americano.

Os motivos da revolução não são poucos. A temática explosiva traz jovens imigrantes, violência nas ruas de Nova York e a descoberta do primeiro amor e do sexo. As coreografias, apesar de extremamente elaboradas, parecem movimentos naturais e estão a serviço de contar a história. As músicas são tão sofisticadas quanto composições líricas, mais ao mesmo tempo são populares. Sem falar nos figurinos, compostos por jeans, tênis e camisetas, completamente diferentes dos smokings, fraques e vestidos longos que o público norte-americano estava acostumado a ver nos palcos.

Leia mais e veja vídeo aqui.

Na Mídia – Musicais no Brasil

A exemplo da versão Online, que publicou texto semelhante em 09.07.2007 (veja no post do Divulgando de 10.07.2007), a versão impressa do jornal O Globo trouxe na última quinta, 12.07.2007, uma reportagem de Alessandra Duarte e Suzana Velasco sobre os musicais em São Paulo:

São Paulo, filial da Broadway no Brasil

É para lá que vão as adaptações dos grandes musicais, enquanto, no Rio, os palcos são dos textos nacionais

Teste de elenco para musical em São Paulo: canções de “O fantasma da ópera” ou de “Chicago” na ponta da língua dos atores. Teste de elenco para musical no Rio: repertório de Chico Buarque ou de outra estrela da MPB. A diferença entre o teatro cantado de cariocas e paulistas não fica só nas audições dos espetáculos — enquanto os palcos do Rio são conhecidos por mostrar a música brasileira, como em “Sassaricando”, ou personalidades nacionais, como em “Cauby! Cauby!”, São Paulo está se tornando a filial da Broadway e do West End londrino no Brasil. Além de ter “My fair lady” em cartaz, hoje estréia “Miss Saigon”, nona adaptação de um grande musical na capital paulista, que até o fim do mês verá também “Peter Pan”. Em setembro, chega “Os produtores” e, em 2008, “West Side story”.

Tudo começou com a vinda para o país, no fim dos anos 90, da empresa CIE, responsável por trazer os musicais à la Nova York e Londres para cá. O estabelecimento da unidade brasileira da CIE em São Paulo se uniu ao fato de aquela cidade ter recursos para os altos custos dos musicais de grande porte. Em 2001, a empresa inaugurou uma sala só para esse tipo de espetáculo, o Teatro Abril.

— Por isso a predominância da Broadway lá — diz o diretor e tradutor Claudio Botelho, que estréia no João Caetano, em agosto, o texto inédito “Sete”, com 15 atores. — O Rio, até pela falta de recursos para montagens tão caras, e por não poder cobrar ingressos com preços altos como os que o público paulista paga, teve que ser criativo e fazer musicais inéditos.

Consumindo US$ 12 milhões, o que a faz a peça mais cara para o padrão CIE, “Miss Saigon”, que não deve vir ao Rio, é o nono musical produzido pela empresa e a quinta transposição fiel de espetáculos estrangeiros originais (há casos de adaptações mais livres). Uma das atrizes de “Miss Saigon”, Kiara Sasso fez sucesso vivendo as protagonistas de “A bela e a fera” e “O fantasma da ópera”, além de já ter atuado no Rio com Claudio Botelho e Charles Möeller. Ela compara a interpretação pedida pelos dois mercados:

— Nas adaptações fiéis, o método criativo do ator vai até certo ponto.

— Nas audições das transposições da Broadway, os atores já chegam com a voz preparada para determinadas músicas da peça — completa Claudio Botelho. — Nos testes no Rio, as pessoas cantam é Chico Buarque.

O primeiro musical do baiano Daniel Boaventura foi “Company”, no Rio, em 2001. Mas, quando ele viu que o gênero Broadway ia se fixar em São Paulo, mudou-se para lá, num sinal do mercado de profissionais para musicais que está se criando na cidade. Desde então, Boaventura participou de “A bela e a fera”, “Vitor ou Vitória”, “Chicago” e, agora, “My fair lady”:

— Acho que São Paulo tem uma vantagem sobre o Rio, porque cerca de 20% do público dos musicais são do interior de São Paulo, que é muito rico e ajuda a sustentar o teatro.

A atriz e diretora Stella Miranda dá um exemplo da maior originalidade presente nos musicais cariocas: ela está escrevendo e vai dirigir, em 2008, um musical sobre o músico Tom Waits, no qual viverá o próprio.

— O Rio é a off-Broadway — define Stella, que vive Carlota Joaquina em “Império”, outro texto original. — É bom ter de tudo, mas esses milhões de dólares que São Paulo aplica nos grandes musicais poderiam ser aplicados também em espetáculos com cara de brasileiro.

Dos musicais apresentados em São Paulo pela CIE, só “Sweet Charity” chegou aos palcos cariocas, este ano no Vivo Rio. Fazendo coro com a classe artística, a cantora e atriz Soraya Ravenle diz que o problema no Rio é a falta de teatros equipados para grandes produções.

— Queria ganhar na loteria e reformar o João Caetano. Ele tem tamanho para superproduções, mas está caindo aos pedaços — diz ela, que fez lá o carioquíssimo “Sassaricando”.

Ao João Caetano se junta o Carlos Gomes, outro apontado como ideal para musicais, e agora o Vivo Rio. A estrutura para musicais deve melhorar também com o Casa Grande, com inauguração prevista para janeiro de 2008 com “A noviça rebelde”. Apesar de reformado, o Sesc-Ginástico não tem fosso de orquestra, vital para superproduções.

O fato de “Sassaricando” ter cobrado ingressos a R$ 50 no João Caetano — e lotar — pode abrir um precedente para a prefeitura e o estado, que controlam as salas da Praça Tiradentes, liberarem ingressos mais caros. Ingressos baratos são outro empecilho para a vinda dos musicais.

São Paulo, SP – Off-Tap – Musicais no Brasil

Reportagem de Márcia Abos publicada no Globo Online em 09.07.2007:

São Paulo, Nova York e Londres têm algo em comum: musicais

Musicais de pequeno, médio e grande porte tiveram presença garantida na programação cultural de São Paulo nos últimos cinco anos. Até companhias teatrais de vanguarda, como o Teatro Oficina e o Galpão do Folias, exploram o gênero, que reúne canto, dança, música e teatro e tem atraído cada vez mais público aos teatros paulistanos.

Contabilizando apenas as grandes produções, chega-se a um público de mais de 2 milhões de pessoas em seis anos. Nesta quinta-feira, mais uma superprodução nos moldes de “Les miserables” e “O fantasma da ópera” chega aos palcos da cidade: “Miss Saigon”, adaptação da ópera Madame Butterfly.

A montagem é uma espécie de franquia, ou seja, replica exatamente o que é encenado em outros países, importando tecnologia e até diretores e equipe técnica e reproduzindo cenário, figurinos e efeitos especiais. As diferenças são o idioma e o elenco, que são locais.

Além de “Miss Saigon”, chega no dia 27 deste mês aos palcos da cidade outro mega espetáculo “Peter Pan – Todos podemos voar” (foto acima – divulgação), estrelado pelo ator Leonardo Miggiorin. Em 13 de setembro é a vez de “Os produtores”, com Miguel Falabella, Juliana Paes e Vladimir Brichta. Em 2008, entra em cartaz “West side story”.

– Sempre há em São Paulo um grande musical internacional em cartaz e várias produções nacionais, novos shows pequenos ou médios. O público está gostando, comprando ingressos. E o mais interessante é a variedade no preço dos ingressos, que vai de R$ 10 a R$ 200. Nos Estados Unidos, mesmo as peças off-Broadway são muito caras – diz Fred Hanson, diretor norte-americano, que está no Brasil dirigindo a produção paulistana de Miss Saigon.

O sucesso que o gênero faz na capital paulista se deve, entre outras coisas, à riqueza local, segundo Hanson.

– São Paulo é uma das cidades mais ricas do mundo – completa.

Jorge Takla, que dirige outro grande musical em cartaz na cidade, “My fair lady”, e está testando elenco para sua nova produção, “West side story”, diz que São Paulo é hoje como Nova York e Londres. Mas para chegar a este ponto, foram necessários anos de trabalho.

Desde os anos 60, com Bibi Ferreira, com montagens de “My fair lady”, está sendo criado espaço para musicais. Vieram depois montagens de musicais de Chico Buarque: “Gota d’Água”, “Calabar”, “Ópera do malandro”. A era Collor deu uma freada no processo e a criação de leis de incetivo fiscais iniciou sua retomada.

– Hoje vemos que há o desejo do público e que os artistas são muito mais preparados do que eram a dez anos. A indústria do entretenimento se desenvolveu muito – diz Takla.

Para o diretor, a explicação para o fenômeno é que São Paulo é uma grande metrópole, com 20 milhões de habitantes. E turistas de outras cidades e estados ocupam de 25% a 30% dos lugares nos finais de semana nas salas de espetáculo, assim como acontece no exterior.

– A dramaturgia da TV compete com o teatro. As pessoas querem muito mais do que só teatro falado. Querem música, dança, canto. Os musicais pegam o público pela emoção. As pessoas saem falando que pagariam o dobro, que o que viram é igual a Broadway e minhas encenações são totalmente brasileiras – explica Takla.

Miss Saigon
Estréia: 12 de julho de 2007, no Teatro Abril
Quartas, quintas e sextas às 21h, sábados às 17h e 21h e domingos às 16h e às 20h.
Endereço: Av. Brigadeiro Luís Antônio, 411, Bela Vista, São Paulo.
Ingressos: de R$ 200 a R$ 65. Informações: (11) 6846-6060

Peter Pan – Todos Podemos Voar
Estréia: 27 de julho de 2007, no Credicard Hall SP
Quintas e sextas, às 20h, sábados e domingos, às 11h, às 14h e às 17h.
Endereço: Av. das Nações Unidas 17.955, Vila Almeida, São Paulo.
Ingressos: de R$ 140 a R$ 50. Informações: (11) 6846-6000

My fair lady
Em cartaz até 29 de julho de 2007 no Teatro Alfa
Quinta e sexta, às 21h. Sábado, 17h e 21h. Domingo, 16h e 20h.
Endereço: Rua Bento Branco de Andrade Filho, 722 – Sto. Amaro.
Ingressos: de R$ 185 a R$ 40. Informações: (11) 5693-4000 / 0300 789-3377

São Paulo, SP – Audições para West Side Story

Para ler com mais detalhes, clique na figura para abrir em tamanho maior e janela à parte.

São Paulo, SP – Musicais – West Side Story

Para quem anda chegando ao Divulgando procurando avidamente pelas informações sobre as audições e testes para a montegem brasileira do musical “West Side Story” (que completa 50 anos esse ano e que também foi um filme inesquecível, vencedor de 10 Oscars, com Nathalie Wood no papel principal – veja o cartaz ao lado), lá vai o “procura-se”:

WEST SIDE STORY

Direção Geral de Jorge Takla. Baseado na concepção e coreografia de Jerome Robins, com música de Leonard Bernstein, letras de Stephen Sondhein, libreto de Arthur Laurents.

Personagens

– MARIA – Cantora, atriz, soprano lírico com grande domínio técnico. Idade entre 20 e 30 anos.
– TONY – Cantor, ator. Tenor com só natural, grande domínio técnico. Idade entre 20 e 35 anos.
– ANITA – Cantora mezzo soprano, excelente bailarina.
– BERNARDO – Excelente bailarino, ator, cantor, barítono.
– RIFF – Excelente bailarino, ator, cantor, tenor.
– ENSEMBLE – Excelentes bailarinos, jovens com experiência em canto.

Enviar currículo e foto recente de corpo inteiro até o dia 30.06.2007 para:

teste@takla.com.br

Outras informações: (11) 3437-5300 das 09h às 18h.

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