Archive for junho \30\UTC 2009

Rio, RJ – Novo site da Academia do Tap

Já está no ar o novo site da Academia do Tap (RJ). Clique no endereço abaixo para conhecer:

http://www.academiadotap.com/

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Falecimentos – Off-Tap – Pina Bausch

Pina Bausch

Pina Bausch

Do portal G1:

A coreógrafa alemã Pina Bausch, considerada a grande renovadora da dança moderna, morreu hoje aos 68 anos, informou o Teatro Wuppertal Tanztheater, onde desenvolveu boa parte de sua carreira.

Pina criou novas formas e estilos no teatro-dança nos anos 70, que dez anos depois chegou a ter a mesma importância que o teatro falado, na Alemanha.

Há cinco dias, Pina tinha sido diagnosticada com um câncer que acabou sendo fulminante, embora as circunstâncias de seu falecimento não tenham sido divulgadas.

Poucos dias antes, Pina estava nos palco com sua equipe, como o habitual.

Pina Bausch nasceu em Solingen, no oeste da Alemanha, no dia 27 de julho de 1940 e começou sua carreira como dançarina em 1955, na recém fundada Escola da Dança de Essen, criada e dirigida por Kurt Joos. A coreógrafa revolucionou a história do teatro-dança anos depois.

A notícia foi encontrada aqui.

Caetano, Michael e Fred Astaire

Depoimento de Caetano Veloso, publicado no Globo Online, sobre a morte de Michael Jackson:

A notícia da morte de Michael Jackson foi um grande abalo. Cheguei ao Teatro do Sesi de Porto Alegre e, ao ser informado, pensei imediatamente em meus filhos Zeca e Tom. Logo Daniel Jobim me veio à mente. Ele é conhecedor e devoto de Michael desde a infância. Moreno, meu filho mais velho, também dedicou afeto intenso à figura desse gênio do nosso tempo. Mas são meus filhos menores que hoje se sentem mais atraídos por seu estilo. Como todo mundo, acompanhei Michael desde que ele era pequeno. Como todo mundo, fiquei siderado pelo cantor e dançarino de “Off the Wall” e “Thriller”. Como todo mundo, fiquei entre fascinado, enojado e apreensivo diante das transformações físicas por que ele passou. O que quer que tenha havido entre ele e aqueles meninos cujos pais o processaram, acho-o moralmente superior a esses pais. Michael é o anjo e o demônio da indústria cultural. A serpente do seu paraíso e seu mártir purificador. Os talentos artísticos extraordinários frequentemente coincidem com vidas torturadas e enigmáticas. Michael era um desses talentos imensos. Dançando “Billie Jean” na festa da Motown ele foi sim tão grande quanto Fred Astaire: comentava o Travolta de “Saturday Night Fever” e o Bob Fosse do “Pequeno príncipe” (este, uma influência fortíssima e evidente, que nunca vi mencionada). Vou entrar agora no palco pensando em Tom, Zeca, Moreno e Daniel – e, com um nó na garganta, no sentido da nossa atividade. Ele a representava em sua totalidade, fulgurantemente, tragicamente, divinamente.

Leia este e outros depoimentos clicando aqui.

Rio, RJ – Off-Tap – O Som da Motown

Embora não seja um espetáculo de sapateado ou dança, os realizadores são Claudio Figueira (sapateador, coreógrafo e produtor dos saudosos Tap Encontros realizados no Rio de Janeiro) e o coreógrafo Renato Vieira:

Musical, agora mais versátil e refinado

(Macksen Luiz, Jornal do Brasil)

Com uso elaborado da trilha sonora, teatralidade se sustenta bem mesmo sem texto

Cada vez mais presente nas temporadas cariocas, o musical adquire diversidade e refinamento que não se imaginava comercialmente possível há poucos anos. O gênero se multiplicou em formatos que variam dos clássicos da Broadway a biografias cantadas, de adaptações nacionais a shows teatrais. E é deste gênero O som da Motown, que ocupa o Teatro Leblon com sucessão de exemplares da black music nascida e divulgada pela gravadora de Detroit no início dos anos 60.

Não há texto, muito menos informações sobre essa máquina de lançar cantores negros em escala mundial, apenas sequência de hits que marcaram por décadas a cultura pop, mas nem por isso menor teatralidade. Com a lembrança recente e bem-sucedida de Beatles num céu de diamantes, com que a operante dupla Charles Möeller e Cláudio Botelho inaugurou o estilo, O som da Motown segue a mesma trilha de aproveitar cenicamente o material musical como representação de compositores ou de um movimento.

Pelas entrelinhas do repertório se desenham o caráter das composições e o espírito do tempo. O elenco “atua”, cantando, e por sua voz se estabelece o cenário de onde as canções surgiram e se percebe o mundo que seu som ecoa. Os diretores Renato Vieira e Cláudio Figueira selecionaram 50 músicas que desfilam sem preocupação didática ou cronológica, procurando reproduzir a força expressiva das canções e mimetizar timbres e visuais. Desta forma, a dupla de diretores constrói musicalidade teatral, na qual apenas as projeções “informam” sobre o período, flagrando os cantores da Motown que, ilusoriamente, tão bem se corporificam diante de nossos olhos.

Para além das projeções – a melhor delas, quando a cantora-atriz faz dupla com Michael Jackson num dueto vibrante -, os excelentes figurinos de Marcos Oliveira são decisivos na caracterização das cantoras e do universo da gravadora. O cenário assinado pelos diretores, ambienta, com luz de Eduardo Salino, o aspecto de show musical, reproduzindo a estética colorida e os brilhos que enquadravam as vozes do soul e de outras reverberações sonoras negras.

O arranjo e a direção musical de Fernando Lopez, a direção vocal de Everton Louvize e os músicos Robson Rodrigues, Márcio Amaro, Moisés Camilo e George Oliveira, demonstram a qualidade profissional que o gênero atingiu nas produções nacionais.

Mas todo esse cuidado na embalagem estaria perdido se o elenco não correspondesse ao desafio de interpretar, musical e corporalmente, a sonoridade da Motown. As cinco cantoras – Simone Centurione, Thalita Pertuzatti, Ellen Wilson, Alcione Marques e Débora Pinheiro – se impõem, não só pelas vozes, como pela interpretação gestual e coreográfica dos cantores que encarnam.

A multiplicidade de participações, numa gama de nomes, das Supremes a Lionel Ritchie, de Jackson Five a The Temptations, revelam ótimas cantoras e, suspeita-se, algumas atrizes com temperamento para outras modalidades de musical.

Fonte: JB Online.

Rio, RJ – Off-Tap – Dança Cigana

Sábado, 27.06.2009.
Fonte: jornal O Dia.

OD2606N

Rio, RJ – Off-Tap – Aulão de dança

Sábado, 27.06.2009.
Fonte: site do jornal O Dia.

OD2606C

Rio, RJ – Off-Tap – Contemporâneo

De sexta a domingo, 26 a 28 de junho de 2009. Fonte: jornal O Dia.

OD2606O

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